livros | Minuto do Saber https://minutodosaber.com Aprender, pensar, saber. Fri, 04 Feb 2022 14:36:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://minutodosaber.com/wp-content/uploads/2013/04/cropped-minuto-32x32.png livros | Minuto do Saber https://minutodosaber.com 32 32 O pequeno príncipe [Resenha] https://minutodosaber.com/2015/08/o-pequeno-principe/ https://minutodosaber.com/2015/08/o-pequeno-principe/#comments Wed, 19 Aug 2015 09:00:32 +0000 http://www.minutodosaber.com/?p=14129 1 minuto Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=sphW5ofIJKA Sinopse: Por meio de uma narrativa poética, o livro busca apresentar uma visão diferente de mundo, levando o leitor a mergulhar no próprio inconsciente, reencontrando sua criança. À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine Saint-Exupéry, seu autor, “um livro urgentíssimo para adultos”, o que talvez explique a extraordinária sobrevivência literária de O Pequeno Príncipe. Publicado pela primeira vez em 1943 na Nova York em que foi escrito e, no ano seguinte, na França, a Continue lendo

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Sinopse: Por meio de uma narrativa poética, o livro busca apresentar uma visão diferente de mundo, levando o leitor a mergulhar no próprio inconsciente, reencontrando sua criança.

À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine Saint-Exupéry, seu autor, “um livro urgentíssimo para adultos”, o que talvez explique a extraordinária sobrevivência literária de O Pequeno Príncipe. Publicado pela primeira vez em 1943 na Nova York em que foi escrito e, no ano seguinte, na França, a versão brasileira chegou às livrarias em 1952.

Apesar da presença explícita de dois personagens e do registro de um diálogo entre o aviador e uma criança, diversos aspectos autobiográficos estão presentes nesta narrativa. Através de imagens simbólicas, as passagens de ordem temporal, na vida do autor, estão ali presentes: casamento/separação, profissões, sonhos, decepções. Os dois personagens tornam-se representações do próprio Saint-Exupéry, em um monólogo interior entre o “eu” e o “outro”. Acompanha uma carta muito especial do sobrinho de Antoine de Saint-Exupéry e a assinatura do autor na capa.

Livro na Livraria Cultura: http://bit.ly/PrincipeCulturaM
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Manual de sobrevivência dos tímidos [Resenha] https://minutodosaber.com/2015/06/manual-de-sobrevivencia-dos-timidos/ https://minutodosaber.com/2015/06/manual-de-sobrevivencia-dos-timidos/#respond Thu, 18 Jun 2015 09:00:59 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=12256 menos de 1 minuto Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=9JJg__DtA3A Sinopse: O Manual de Sobrevivência dos Tímidos é um livro escrito e ilustrado por Bruno Maron. Organizado em seis capítulos, a obra faz uma abordagem bem-humorada e certeira sobre como funciona a timidez. Maron também apresenta conselhos surrealistas sobre como fugir ou enfrentar a socialização. Livro na Livraria Cultura: http://bit.ly/TimidoCulturaMS Livro na Americanas: https://amzn.to/32WHfbe Livro no Submarino: http://bit.ly/TimidoSubmarinoMS

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Sinopse: O Manual de Sobrevivência dos Tímidos é um livro escrito e ilustrado por Bruno Maron. Organizado em seis capítulos, a obra faz uma abordagem bem-humorada e certeira sobre como funciona a timidez. Maron também apresenta conselhos surrealistas sobre como fugir ou enfrentar a socialização.

Livro na Livraria Cultura: http://bit.ly/TimidoCulturaMS
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Livro no Submarino: http://bit.ly/TimidoSubmarinoMS

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O prazer é todo nosso https://minutodosaber.com/2015/05/o-prazer-e-todo-nosso/ https://minutodosaber.com/2015/05/o-prazer-e-todo-nosso/#respond Thu, 28 May 2015 09:00:46 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=12200 menos de 1 minuto Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=93PRnWTwMXQ Sinopse: A fim de apresentar as infinitas possibilidades de se obter prazer nas relações afetivas e sexuais, Lola Benvenutti conta, de maneira divertida, envolvente e instigante, algumas das suas experiências relacionadas ao universo dos desejos, da sedução e do sexo. ‘O prazer é todo nosso’ é um livro dedicado a todos que desejam gozar a vida longe de tabus e preconceitos e serem livres para descobrir seu corpo e suas inúmeras possibilidades de prazer. É destinado Continue lendo

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Sinopse: A fim de apresentar as infinitas possibilidades de se obter prazer nas relações afetivas e sexuais, Lola Benvenutti conta, de maneira divertida, envolvente e instigante, algumas das suas experiências relacionadas ao universo dos desejos, da sedução e do sexo. ‘O prazer é todo nosso’ é um livro dedicado a todos que desejam gozar a vida longe de tabus e preconceitos e serem livres para descobrir seu corpo e suas inúmeras possibilidades de prazer. É destinado a todos que aspiram a liberdade para o deleite no encontro de corpos que se desejam. Enfim, é oferecido àqueles que têm curiosidade sexuais e querem viver intensamente o prazer a que todos têm direito e que é, portanto, todo nosso.

Livro no Submarino: http://bit.ly/LolaMS
Livro na Livraria Cultura: http://bit.ly/LolaCulturaMS
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Resenha do livro Não se apega, não https://minutodosaber.com/2015/05/resenha-livro-nao-se-apega-nao/ https://minutodosaber.com/2015/05/resenha-livro-nao-se-apega-nao/#respond Thu, 14 May 2015 09:00:46 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=12177 1 minuto Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=KUgleQgkd4M Sinopse: Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar o namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal per-fei-to! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos. Parece fácil, Continue lendo

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Sinopse: Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar o namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal per-fei-to! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos. Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, com as tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico.

Blog da Isabela: http://isabelafreitas.com.br/

Livro na Amazon: https://amzn.to/3BUgK2y

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Viaje o mundo com o Pompônio Flato https://minutodosaber.com/2015/05/viaje-mundo-pomponio-flato/ https://minutodosaber.com/2015/05/viaje-mundo-pomponio-flato/#respond Tue, 05 May 2015 09:00:25 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=12155 menos de 1 minuto Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=3h7wWsTD1Ug Sinopse: Com uma trama extremamente original compõe sátira literária bem humorada. No século I, Pompônio Flato viaja pelos confins do Império Romano, encontra águas de efeitos poderosos e vai parar em Nazaré, onde está para ser executado o carpinteiro do povoado, condenado pelo assassinato de um rico cidadão. Contra sua vontade, Pompônio se vê envolvido na solução do crime, contratado pelo mais extraordinário dos clientes: o filho do carpinteiro. Mistura de romance histórico com paródia, A Continue lendo

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Sinopse: Com uma trama extremamente original compõe sátira literária bem humorada. No século I, Pompônio Flato viaja pelos confins do Império Romano, encontra águas de efeitos poderosos e vai parar em Nazaré, onde está para ser executado o carpinteiro do povoado, condenado pelo assassinato de um rico cidadão. Contra sua vontade, Pompônio se vê envolvido na solução do crime, contratado pelo mais extraordinário dos clientes: o filho do carpinteiro. Mistura de romance histórico com paródia, A Assombrosa Viagem de Pompônio Flato é um livro inusitado cuja trama original e irônica compõe uma sátira literária e uma criação ficcional hilariante de vitalidade inesgotável.

Livro na Amazon: https://amzn.to/3Fv6for

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Por que "O Lado Bom da Vida" é o melhor livro que já li? https://minutodosaber.com/2015/04/por-que-o-lado-bom-da-vida-melhor-livro/ https://minutodosaber.com/2015/04/por-que-o-lado-bom-da-vida-melhor-livro/#comments Tue, 28 Apr 2015 09:00:42 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=12067 8 minutos Quando eu leio um livro, sempre é momento de muitas reflexões. Mas, se eu gosto mesmo da história desse livro, as reflexões não duram só aquele período de duas semanas pós-leitura, ficam pra vida toda. Eu vou reler o livro, no mínimo, umas duas vezes, vou procurar vários reviews na internet, a fim de conhecer várias interpretações da história. Eu vou curtir FanPages, vou decorar as frases do livro e, a depender da minha inspiração, até música vou escrever. rs (Vide a Continue lendo

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Quando eu leio um livro, sempre é momento de muitas reflexões. Mas, se eu gosto mesmo da história desse livro, as reflexões não duram só aquele período de duas semanas pós-leitura, ficam pra vida toda. Eu vou reler o livro, no mínimo, umas duas vezes, vou procurar vários reviews na internet, a fim de conhecer várias interpretações da história. Eu vou curtir FanPages, vou decorar as frases do livro e, a depender da minha inspiração, até música vou escrever. rs (Vide a música que escrevi sobre o livro “A culpa é das Estrelas”).

Pois bem, “O Lado Bom da Vida“, escrito pelo Matthew Quick entra como um desses livros que já fiz isso tudo (com exceção da música, -em breve-). Quer dizer, na verdade, esse é o melhor livro que já li na minha vida! Neste artigo, eu conto por quê.

Não me recordo muito bem como foi todo o processo de indicação, mas me lembro da minha irmã chegando em casa, encantada com o filme baseado nesta história e, pelo título, eu resolvi por lê-lo. O Lado Bom da Vida. Nome sugestivo… ainda mais pra mim, que adoro ver e viver o lado bom da vida. Queria saber o que seria o lado bom da vida para o Matthew Quick. E, poxa, me encantei com a abordagem dele, me encantei com a memorável personagem principal, o Pat Peoples. Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ler o livro e não gostam de spoilers, talvez, esse texto seja indicado depois da leitura desta narrativa, que, com certeza, merece ser lida (e relida).

“Estou praticando ser gentil ao invés de ter razão!”

E, assim, o Pat Peoples me conquistou.
Você já experimentou ser gentil ao invés de ter razão? Eu queria te trazer esta reflexão que o Pat me trouxe. Alguém publicou uma inutilidade no Facebook? Talvez, expressar sua opinião e ai começar uma discussão para fazer a pessoa se conscientizar que ela publicou uma besteira pode ser tentador, mas eu queria que você tentasse o contrário, que tal dizer sua opinião – se realmente você quiser -, mas não entrar em uma discussão só porque você tem razão?

Exercite ser gentil ao invés de ter razão. Difícil? Até pode ser, mas a partir do momento que você se compromete com este mantra, você passa a ter uma revolução na sua forma de viver e enxergar o mundo e as pessoas. Revolução de impacto positivo total a você e a quem te rodeia.

“Se as nuvens estão bloqueando o sol, sempre tento ver aquela luz por trás delas, o lado bom das coisas, e lembro de continuar tentando.”

Mais uma lição do Pat.
O céu da sua vida ficou cinza, parecendo que vai cair uma tempestade? Desesperador, hein? Mas, é isso, jamais se esqueça de que, independente da cor do céu, existe um sol que não para de brilhar. Sempre vão existir raios solares que vão fazer com que a noite vire dia. Então, não desanime, persista. Continue tentando.

Sou diferente, você pode ver que eu sou diferente.”

De fato, o Pat é um ser humano diferente, raro.
Em uma das minhas releituras me peguei pensando em algo: a história começa com o Pat saindo de um hospital psiquiátrico, o que faz as pessoas admitirem que ele tem problemas psíquicos. Mas eu comecei a refletir: uma pessoa que leva a vida assim: vendo raios de luz solar atravessando as nuvens cinzas, que prefere ser gentil ao invés de ter razão… até que ponto ele é o doente em nossa sociedade? Fiquei refletindo que, talvez, o Pat é o são de toda essa história, muito mais do que nós, os ditos “normais”.

“Cliff não diz que devo encarar o que ele acha que é minha realidade”

Se você pesquisa frases do livro na internet, acredito que essa frase nem receba destaque, mas ela me chamou muita atenção. Pat diz isso após a primeira sessão que ele tem com seu novo psiquiatra, o Cliff, e eu acho fantástico isso porque, diferente de todas as pessoas que o Pat se deparava, o Cliff não julgou a falsa visão que ele tinha de que voltaria para a ex-mulher, a Nikki. Não, ele simplesmente o ouviu, entendeu as crenças dele e não fez o Pat ter que aceitar e viver crenças de outrem. Isso pra mim é empatia, algo que anda tão em falta. Se o outro não acredita nas suas convicções, respeite. Não trate suas certezas como verdades universais.

“Você precisa saber que suas ações que fazem de você uma boa pessoa, não sua vontade.”

Essa reflexão veio através do Cliff e ficou marcada em mim. Querer ser bom, querer fazer o bem, querer ser gentil ao invés de ter razão, tudo isso é lindo. Mas, mais lindo e mais efetivo que isso é ser bom, fazer o bem e ser gentil ao invés de ter razão. Tirar o “querer” e pôr em prática, é isso que faz total diferença no mundo.

“Deus, eu não pedi um milhão de dólares. Não pedi para ser famoso e poderoso. Nem mesmo pedi que Nikki me aceitasse de volta. Só pedi um encontro. Uma única conversa cara a cara. Tudo que fiz desde que saí do lugar ruim foi tentar melhorar — para me tornar exatamente o que Você quer que todos sejam: uma pessoa boa.”

Todo o ápice da história pra mim acontece no fim. Pat passa o livro todo querendo ser melhor, se transformando em alguém que a Nikki vai querer e não que, necessariamente, ele quer ser. Uma Nikki que em nada errou, só ele foi o culpado por eles estarem vivendo o “tempo ruim”, o tempo separados, até que, quando ele finalmente se encontra com a Nikki, encontro este que não é olho no olho, mas sim, vendo-a a distância, ele se lembra de ter pegado ela o traindo com um professor da mesma escola que ele trabalhava. Então, pera, ele passou esse tempo todo sofrendo, se culpando, se martirizando por um alguém sem dignidade, que foi capaz de traí-lo? Sim, foi exatamente isso que aconteceu. Que a dor moldou o Pat para ser uma pessoa melhor, isso é fato, mas essa dor acabou sendo aumentada por uma culpa que ele não tinha. Então, aqui, pra mim, fica um ponto chave: muitas vezes, vão nos machucar e vão nos fazer acreditar que nós somos os doentes da situação, os causadores de problemas, reflita e se for mesmo, peça perdão, dialogue, mas se não for, tente o diálogo, esclareça as coisas, mas se não rolar a oportunidade, siga sua vida de cabeça erguida. Porque, enquanto o Pat sofria por uma Nikki, que foi desleal, ela vivia a vida dela. Cuidado com o que e por quem você anda sofrendo.

“Querida Tiffany, eu sei que você escreveu a carta. O único jeito de conhecer minha loucura era fazendo algo louco. Obrigado, eu te amo. Eu soube no momento que te conheci. Desculpe se demorei tanto para tomar conta disso, eu fiquei preso.”

E esse é outro ponto lindo do livro. Deparamos-nos com uma história de amor que – independente de quem foi o Pat, não justificava – ele foi traído. Qual o lado bom da vida disso? Nesse ponto, o livro em toda sua narrativa traz respostas para essa pergunta, afinal, como disse o Pat: “Dói olhar para as nuvens, mas também ajuda, como a maioria das coisas que causam dor”. Se não fosse essa traição, mesmo que pelos motivos errados, mas pelo caminho certo, o Pat não teria se transformado nessa pessoa positiva, em busca de ser melhor e ainda mais, se não fosse essa separação, ele teria perdido a chance de conhecer a Tiffany, uma pessoa que entendeu sua “loucura” e fez com ele uma das histórias de amizade e amor mais lidas que já li.

Tiffany e Pat. No cinema, interpretados pelo atores Jennifer Lawrence e Bradley Cooper.

Poderia listar muito mais frases e razões para justificar por que “O Lado Bom da Vida” foi o melhor livro que já li, mas me contento a fechar o texto por aqui dizendo algo que torna tudo isso muito especial: A mente brilhante por trás desse livro é a do Matthew Quick, que foi capaz de trazer toda essa bela mensagem de amor e otimismo vivendo uma depressão severa.

Pois bem, viver o lado bom da vida é simplesmente uma questão de escolha, porque, sim, independente das situações, ele existe.

“Você precisa fazer tudo o que pode e, se se manter positivo, você terá uma chance.”

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Conheça o livro Geração de Valor https://minutodosaber.com/2015/04/livro-geracao-de-valor/ https://minutodosaber.com/2015/04/livro-geracao-de-valor/#respond Tue, 07 Apr 2015 17:40:30 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=12092 1 minuto Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=xhS1mi5OzFY Sinopse: Desde que nascem, as pessoas são treinadas para agir de acordo com o senso comum. O ensino convencional as estimula a buscar segurança, e não liberdade. Com medo de se arriscar, a maioria segue o fluxo da boiada e sonha pequeno, optando por conseguir um emprego estável e passar anos financiando a casa própria. Flávio Augusto também sofreu todas essas pressões, mas conseguiu sair da conformidade bem cedo. De uma família simples da periferia do Rio de Continue lendo

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Sinopse: Desde que nascem, as pessoas são treinadas para agir de acordo com o senso comum. O ensino convencional as estimula a buscar segurança, e não liberdade. Com medo de se arriscar, a maioria segue o fluxo da boiada e sonha pequeno, optando por conseguir um emprego estável e passar anos financiando a casa própria. Flávio Augusto também sofreu todas essas pressões, mas conseguiu sair da conformidade bem cedo. De uma família simples da periferia do Rio de Janeiro, aos 23 anos, escolheu o caminho do empreendedorismo, criou uma escola de inglês que deu origem à bem-sucedida rede Wise Up e logo se tornou um dos mais jovens bilionários brasileiros. Indignado com o modelo imposto pelo senso comum, Flávio resolveu arregaçar as mangas e mostrar às pessoas que é possível pensar de forma diferente. Para difundir sua mentalidade vitoriosa, criou o projeto Geração de Valor e começou a compartilhar seus conhecimentos no Facebook, no YouTube, no Twitter e em um blog, inspirando milhões de pessoas. Não tenha dúvida; o empreendedorismo é para todos, tanto para quem estudou em Harvard como para quem se formou em Tribobó do Oeste. O sucesso, como Flávio costuma dizer, é uma ciência exata que qualquer um pode aprender. Portanto só depende de você conquistar o que deseja. O livro traz uma seleção dos textos mais afiados e das charges mais provocadoras do Geração de Valor e é uma oportunidade de enxergar o mundo de outra forma.

Livro na Amazon: https://amzn.to/3BSnspJ

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Como escrever seu primeiro livro https://minutodosaber.com/2015/01/como-escrever-seu-primeiro-livro/ https://minutodosaber.com/2015/01/como-escrever-seu-primeiro-livro/#comments Thu, 08 Jan 2015 09:00:51 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=11925 11 minutos Escrever um livro é uma tarefa sensacional. Saber que suas palavras preenchem um amontoado de folhas que simbolizam uma história ou alguma teoria sua, é uma coisa incrível. Muitos inclusive acreditam que é necessário um dom para exercer tal atividade. Dom esse que só pode ser obtido uma vez na vida: quando nascemos. Porém a verdade é que qualquer um pode escrever um livro, independentemente da idade, do gênero sexual, e do conhecimento. A ideia extremamente necessária para começar a escrever um Continue lendo

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Livros

Escrever um livro é uma tarefa sensacional. Saber que suas palavras preenchem um amontoado de folhas que simbolizam uma história ou alguma teoria sua, é uma coisa incrível. Muitos inclusive acreditam que é necessário um dom para exercer tal atividade. Dom esse que só pode ser obtido uma vez na vida: quando nascemos. Porém a verdade é que qualquer um pode escrever um livro, independentemente da idade, do gênero sexual, e do conhecimento. A ideia extremamente necessária para começar a escrever um livro é somente começar, um livro não nasce se ninguém não começar a colocar palavras dentro dele.

Durante minha jornada para escrever meu primeiro livro descobri diversas coisas. A primeira de todas é que muitas vezes nem a gente mesmo sabe que pode escrever um livro. No período de escola nunca fui o garoto que adorava livros, e que sempre estava devorando um título. Os poucos livros que havia lido tinham sido os que eram passados no colégio para fazer provas ou trabalho.

Tudo mudou quando aceitei o desafio de ser parceiro de uma editora. Basicamente o que tinha que fazer era escolher um livro da editora, eles me enviavam o livro, eu lia em até trinta dias e colocava uma resenha no meu blog. Com isso meio que fui “obrigado” a ler, e assim fui me encantando um pouco. Um dia, à noite, comecei a pensar sobre as decepções amorosas que todos vivemos, e queria fazer uma rodinha de amigos e bater papo com eles sobre esse assunto. Mas a ideia era meio louca, então rapidamente pensei: porque não escrever um livro. Assim começou a escrita do meu primeiro livro.

Não tinha editora, nem ninguém me pedindo a história, apenas queria escrever aquilo. Esse foi o primeiro passo e mais importante. Para escrever um livro a primeira coisa é querer, caso contrário não vai fazer muito sentido para você abrir um arquivo no computador e começar a jogar um monte de palavras, que talvez não faça tanto sentido para você. Antes de tudo é preciso que você queira escrever, e goste do assunto que está tratando.

Na escola não era um grande leitor, mas quando entrei no meio e comecei a pesquisar mais títulos, percebi que tinham histórias sensacionais, mas que não foram apresentadas a mim. Histórias como “Pai rico, pai pobre” e “A página perdida de Camões” não estavam na grade curricular da minha escola, e de vestibular algum, mas foram histórias que me encantaram.

Óbvio que a jornada não é fácil. George R. R. Martin , autor de As Crônicas de Fogo e Gelo, teve um texto rejeitado 42 vezes por diversas revistas no início de sua carreira. A própria As Crônicas de Fogo e Gelo só veio fazer um grande sucesso quase nove anos depois de A Guerra dos Tronos ser lançada. J. K. Rowling, da saga Harry Potter, passou por diversas dificuldades na sua vida, foi maltratada pelo marido, tornou-se mãe solteira, e quase teve seu primeiro livro recusado pela editora, sorte que uma pessoa encontrou o manuscrito na caixa de devolução e resolveu publicar, achando que seria um bom livro. O resultado foi que Harry Potter fez o sucesso que fez, e J. K. Rowling tornou-se a primeira pessoa que ficou bilionária (valor em dólares) escrevendo livros.

Só que todos tiveram que escrever o primeiro texto na vida, mas é claro que foi necessário um monte de coisas para que eles pudessem finalmente escrever uma história que encantasse.

Desenvolva habilidades

A primeira coisa a ser feita é desenvolver as habilidades necessárias. Se você pensa em escrever uma história de ficção, essas habilidades consistem em desenvolver criatividade e conhecer coisas.

Comece a conhecer o mundo, e você nem precisa sair de casa para isso. Estude outras culturas pela internet, assista filmes, preste atenção nos detalhes. Utilize sua imaginação. Quando criança sempre antes de dormir eu imagina uma história e criava todo um enredo, ou mesmo na hora de brincar com os meus brinquedos, imaginava toda uma cena, com direito a mocinho, vilão e donzela. Na época não podia ver, mas aquilo me ajudou a desenvolver minha criatividade, e a poder criar histórias no futuro.

Também aprendi diversas coisas, desde coisas relacionadas com a tecnologia, até coisas que não tinham nenhuma relação entre si. Mas com isso eu poderia enriquecer o cenário da minha história. Um exemplo seria saber em que ano uma determinada moto foi criada, e dependendo, colocar isso na sua história de alguma forma.

Escreva, escreva, escreva

Infelizmente não existe outra forma de aprender a escrever, sem exatamente escrever. No começo seu texto será muito ruim, sua pontuação poderá estar errada, mas esse é o único jeito de conseguir escrever bem. Quando leio um livro de bons autores fico imaginando um dia escrevendo como ele escreve, e então lembro que o único jeito de atingir aquele nível é continuar a escrever.

Comece agora, crie um blog, mostre a todos como você escreve, e fique aberto às críticas. Ou se você não quer mostrar seus textos para todo mundo ainda, abra um arquivo de texto no computador e comece a escrever, ou compre um diário. Habilidades como escrever, só se desenvolvem escrevendo.

Procure erros e erre

Na sua jornada para escrever seu primeiro livro, você vai se deparar com diversos erros na sua escrita. O primeiro texto que escrevi no meu blog é terrível, mas nem por isso eu desisti. Erre, não tenha medo de errar, de colocar um acento onde não devia, ou mesmo de colocar um “assento” no lugar errado. Não tenha medo de colocar vírgulas demais, ou de não conseguir prender a atenção do leitor com o seu texto, e nem de repetir diversas vezes a mesma palavra no seu texto, exatamente como acabei de fazer.

E o mais importante, sempre perceba os erros e toda vez que achar mais um, tente corrigi-los, e entender porque estão errados. Qual a diferença de “se não” e “senão”. O certo é “demais” ou “de mais”. Procure sempre aprender para não cometer os erros novamente, uma hora eles se tornam naturais e você nem percebe que está escrevendo corretamente. Para ajudar utilize um corretor ortográfico, ou mesmo o programa de textos do seu computador.

Faça um planejamento

Costumamos ter muitas ideias dentro da nossa cabeça, o que pode acabar fazendo com que a gente comece escrevendo sobre uma coisa e depois termine com outra. Então, antes de escrever, delimite o seu assunto, se você vai falar dos “pinguins australianos que fazem suas próprias casas”, comece falando disso do começo ao fim. Quando você estiver craque nisso, vai conseguir fazer uma ligação do seu tema principal com outro assunto, e assim mesmo não vai se perder no seu texto.

Quando começar a escrita do seu primeiro livro, crie um pequeno roteiro, dizendo quem são os personagens e a função de cada um, além de determinar o enredo principal da sua história. Assim você não se perde.

Comece agora

Não adianta nada você saber disso tudo, e não começar a escrever, seja num blog ou num diário. Por isso comece agora, é a única maneira de um dia escrever seu primeiro livro. E se você já se acha pronto, comece a criar sua história, não espere uma editora vir até você e te pedir, talvez isso nunca aconteça.

Os gêneros

Agora que você já sabe como começar a escrever, precisa conhecer um pouco mais sobre o mundo da literatura. O primeiro passo é conhecer os gêneros. Afinal, seu texto é de prosa ou poesia?

Essa pergunta ouvi diversas vezes quando lancei meu primeiro livro, e juro a você que no começo não entendia, mas depois fui pesquisar. Basicamente a prosa são textos corridos, como esse aqui que você está lendo, e aqueles presentes em livros de ficção. Já a poesia é de fato a poesia, o poema, aqueles textos demarcados e com um monte de regras que ainda não entendo.

Depois disso, se você resolveu seguir a prosa, agora é hora de escolher seu gênero textual. Particularmente prefiro definir depois da escrita do livro, é que isso pode acabar limitando sua história. No começo acreditava que meu livro era um conto, mas depois percebi que na verdade tratava-se de um romance. Se eu tivesse delimitado nada disso teria acontecido.

E no fim, existem diversos gêneros que seu texto pode se encaixar: conto, crônica, novela, romance, fantasia, fábula e muitos outros.

Mercado editorial

O mercado editorial é bem fácil de entender, mas bem complexo de se atuar. É por isso que muitos livros se tornam best-sellers e ninguém compreende o motivo. Assim como diversas histórias sensacionais são descartadas pelas editoras.

Basicamente o papel da editora é escolher uma história, produzi-la em formato livro, colocar a venda, e trabalhar o marketing. Simples assim. O problema é que existem milhares e milhares de histórias esperando sua chance, assim como existem milhares de livros a venda buscando o seu público. Para resolver problemas como esse é que foram criadas outras formas de distribuição. Como a independente e a parceria.

Na independente o trabalho fica todo para o autor, ele pode sim contratar pessoas para fazer o trabalho para ele, mas terá que desembolsar o dinheiro para isso. Muitos autores independentes normalmente pedem a ajuda de amigos. Um amigo designer faz a capa, outro amigo professor de português faz a revisão e assim vai. No final ele contrata uma gráfica que imprime todos os livros e depois manda toda a tiragem para ele. Existe ainda a possibilidade de pedir patrocínio a alguém. Como autor independente, que participou de todas as etapas de produção do livro, posso dizer a você, a parte mais difícil não é escrever o livro ou produzir, e sim vendê-lo.

Já na parceria existem diversas possibilidades. Você pode pagar um valor a editora e ela produz e vende seus livros. Pode ser você e a editora custeando meio a meio do valor gasto na produção do livro. E centenas de outras parcerias que diversas editoras possuem.

Já numa editora nos moldes tradicionais, o primeiro passo é descobrir se elas aceitam envio de originais. Um original é o texto do seu livro sem formatação, capa, ou qualquer coisa desse tipo, é o texto puramente.

Se elas aceitarem é só descobrir como fazer para enviar. Algumas editoras só aceitam envio físico, enquanto outras aceitam que você envie o texto pela internet. Essas regras estão sempre colocadas no site das editoras. Se você não achar por lá, basta enviar um email perguntando se eles aceitam e como fazer para enviar.

Depois seu texto passará por um período de avaliação. O segredo é que as editoras não escolhem o melhor texto, aquela história que é incrível. Ela faz uma escolha mercadológica. O livro é bom? Tem apelo junto ao leitor? Pode vender bastante? E é nessas duas últimas perguntas que a maioria das histórias cai. Não que seu livro não venda, mas talvez a pessoa que avaliou sua obra, devido aos diversos anos de experiência dela não percebeu isso. Mas calma, não significa que seu texto é ruim. É por isso que muitas vezes editores são surpreendidos por livros que poderiam vender bem, mas sem motivo aparente se tornam best-sellers.

Comece agora

Preciso repetir para que você comece já. Não fique esperando passar anos e mais anos sem saber se talvez teria sido interessante escrever aquela história. Você precisa começar agora.

Aqui dei apenas um pequeno resumo da minha palestra “Como escrever seu primeiro livro” que apresentei pela primeira vez durante o 24º FIG, o maior festival multicultural da América Latina. Nessa palestra passei mais de duas horas falando sobre como qualquer um poderia escrever seu primeiro livro. Pude perceber que muitas pessoas querem escrever um livro, mas nunca começam, sempre ficam adiando e um dia a vida passou e não há mais tempo.

Por isso quero que você comece agora, não se preocupe com o que os outros vão dizer, nem com o dinheiro que você talvez possa ganhar, aliás, se você está pensando em ficar rico com livros, sugiro que procure outro trabalho.

Mas se sua intenção é realmente escrever, vá em frente, comece agora.

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Vou lançar um livro https://minutodosaber.com/2014/04/vou-lancar-um-livro/ https://minutodosaber.com/2014/04/vou-lancar-um-livro/#respond Thu, 10 Apr 2014 09:00:04 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=11167 3 minutos É com grande prazer que anuncio que estou lançando um livro. O meu livro se chama “Desilusões Apaixonadamente Amorosas” e conta a história de Gabriel, um garoto tímido que se apaixona facilmente e resolve contar como foram todas as suas decepções. Em cada capítulo ele conta a história de cada garota por quem sofreu, ou quem fez sofrer. Com uma linguagem em primeira pessoa, Gabriel mostra as bobagens que todos nós fizemos na adolescência enquanto aprendíamos a amar. Os amores que perdemos Continue lendo

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Desilusões Apaixonadamente Amorosas

É com grande prazer que anuncio que estou lançando um livro. O meu livro se chama “Desilusões Apaixonadamente Amorosas” e conta a história de Gabriel, um garoto tímido que se apaixona facilmente e resolve contar como foram todas as suas decepções.

Em cada capítulo ele conta a história de cada garota por quem sofreu, ou quem fez sofrer. Com uma linguagem em primeira pessoa, Gabriel mostra as bobagens que todos nós fizemos na adolescência enquanto aprendíamos a amar. Os amores que perdemos e que deixamos ir embora, simplesmente porque não tomamos uma atitude.

O romance é voltado para o público entre 10 e 18 anos, mas nada impede que alguém maior possa apreciar essa obra, já que ela reúne um pouco, ou muito, das decepções amorosas que todos nós vivemos. Na pele de Gabriel você irá descobrir que não havia mal algum em gostar demais, em chorar por não dar certo, e em correr atrás das suas paixões.

Para mim foi muito difícil escrever esse livro, primeiramente porque ele foi meu segundo texto de ficção, antes disso tinha escrito apenas um pequeno conto aqui no blog. Além do mais, nunca tinha escrito uma história tão grande na minha vida, com 146 páginas. O que foi ainda mais difícil, manter uma história tão longa, e não se perder pelo caminho.

Para facilitar precisei usar histórias reais para que isso me ajudasse a construir o livro. É por isso que ao ler o livro vai parecer um relato real, e na verdade é quase, é um relato das decepções que todos nós tivemos e que ouvi falar durante toda a minha breve vida até aqui. Por exemplo, parte da composição dos nomes foi feito utilizando pessoas reais, escolhi pessoas aleatórias e usei seus nomes nas personagens. Também peguei características de garotas nas ruas para compor as características das personagens.

Depois de muito pensar decidi lançar o livro de forma independente, mas não queria que fosse um livro comum de alguém que escreveu um livro e colocou para todos lerem. É por isso que ao ver o livro você provavelmente pense que ele foi feito por uma editora, mas não foi, foi um trabalho longo, gastando muitas horas para que esse trabalho fosse o mais profissional possível.

O lançamento oficial do livro será em Maio de 2014, ainda sem data definida, mas o livro já está em pré-venda, ou seja, você pode ser um dos primeiros a adquirir, e assim que o livro for oficialmente lançado ele será enviado para você. Caso você se interesse em adquirir o livro, esse é o site oficial onde você pode fazer a compra.

Caso queira ter uma ideia do que é a história, disponibilizei gratuitamente o Cartas para Elas, um apêndice do livro em que Gabriel escreve cartas para suas amadas. Essas cartas foram publicadas aqui no blog para que você leitor, estivesse preparado para quando eu lançasse essa obra e não achasse nada estranho. Para baixar o Cartas para Elas basta colocar seu email lá no final da página do livro.

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1001 Videogames para jogar antes de morrer https://minutodosaber.com/2014/04/1001-videogames-para-jogar-antes-de-morrer/ https://minutodosaber.com/2014/04/1001-videogames-para-jogar-antes-de-morrer/#respond Wed, 09 Apr 2014 09:00:10 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=11157 1 minuto Lembro-me de quando eu era pequeno e passava algumas horas jogando videogame, e de vez em quando escutava minha mãe dizendo: Filho, vai ler um livro. Naquele momento eu pensava duas coisas: Minha mãe não entende como jogar é legal e Ler é muito chato. Mas, percebi que não era o único a pensar desse jeito, agora existe uma bibliografia que posso indicar para minha prole. O nome é bastante sugestivo: 1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer. “1001 Videogames Para Jogar Continue lendo

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1001 Videogames para jogar antes de morrer

Lembro-me de quando eu era pequeno e passava algumas horas jogando videogame, e de vez em quando escutava minha mãe dizendo: Filho, vai ler um livro. Naquele momento eu pensava duas coisas: Minha mãe não entende como jogar é legal e Ler é muito chato. Mas, percebi que não era o único a pensar desse jeito, agora existe uma bibliografia que posso indicar para minha prole. O nome é bastante sugestivo: 1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer.

“1001 Videogames Para Jogar Antes de Morrer” é o primeiro e mais completo guia já publicado dos melhores jogos. Organizado cronologicamente e com games para diversas plataformas (PC, Xbox, PlayStation, etc.), este livro apresenta antigos clássicos e novos favoritos, games que rapidamente se consagraram junto aos usuários e a crítica especializada. Cada resenha traz detalhes sobre a data original de lançamento e as plataformas em que o game está disponível. Textos informativos escritos por uma equipe internacional de jornalistas, designers e críticos do setor explicam o funcionamento de cada jogo e suas qualidades gráficas, além da contribuição para seus respectivos gêneros.

O livro apresenta uma coletânea que qualquer gamemaniaco de carteirinha reconhece. É uma proposta muito interessante, primeiro porque a nova geração de jogadores poderá conhecer os tais jogos que fizeram seus pais tão felizes, e para os jogadores veteranos, surge um novo suvenir, item obrigatório para colecionadores.

Apesar desse coquetel de nostalgia alguns aficionados por games criticaram a obra, pois, alguns dos jogos considerados clássicos para os brasileiros não foram listados. Enfim, se você curte história, ama videogames ou simplesmente está querendo ler algo diferente. Fica essa sugestão.

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