desenhos | Minuto do Saber https://minutodosaber.com Aprender, pensar, saber. Fri, 22 Oct 2021 22:05:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://minutodosaber.com/wp-content/uploads/2013/04/cropped-minuto-32x32.png desenhos | Minuto do Saber https://minutodosaber.com 32 32 Você já assistiu Apenas Um Show? https://minutodosaber.com/2014/04/voce-ja-assistiu-apenas-um-show/ https://minutodosaber.com/2014/04/voce-ja-assistiu-apenas-um-show/#comments Mon, 07 Apr 2014 09:00:52 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=11107 2 minutos O desenho Apenas um Show (Regular Show) foi criado por J. G. Quintel. Este desenho tem conquistado grande público que curiosamente se divide entre duas vertentes: de um lado, crianças e adolescentes que devoram qualquer tipo de desenho que consideram “legais”. De outro, jovens e adultos (sim, eu disse adultos) que além de se divertirem assistindo ao desenho, percebem algumas gotículas de ironia e intenções dentro das histórias. A série gira em torno de dois personagens, um gaio azul chamado Mordecai e Continue lendo

The post Você já assistiu Apenas Um Show? first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: 2 minutos

Apenas um show

O desenho Apenas um Show (Regular Show) foi criado por J. G. Quintel. Este desenho tem conquistado grande público que curiosamente se divide entre duas vertentes: de um lado, crianças e adolescentes que devoram qualquer tipo de desenho que consideram “legais”. De outro, jovens e adultos (sim, eu disse adultos) que além de se divertirem assistindo ao desenho, percebem algumas gotículas de ironia e intenções dentro das histórias.

A série gira em torno de dois personagens, um gaio azul chamado Mordecai e um guaxinim chamado Rigby. A rotina destes personagens apresenta cenários e diálogos muito próximos do que vivemos, é possível ao assistir o desenho se identificar com as situações que ocorrem.

Turma Apenas um show

O sucesso da série explica-se pelo fato de Quintel se inspirar em suas experiências. Isto faz com que o telespectador se aproxime mais da realidade apresentada no desenho, pois, algumas das histórias que se desenrolam no desenho já podem ter acontecido com qualquer um de nós, como por exemplo, o fato de ficar horas jogando vídeo game ou ficar deitado e não querer trabalhar. Além de Apenas um Show, Quintel trabalhou como diretor de criação em As trapalhadas de Flapjack.

Apenas um show

A crítica à sociedade apresentada em Apenas um Show lembra muito o trabalho de Matt Groening em Os Simpsons e Futurama. Caso você tenha algum interesse em conhecer essa série, gostaria de lhe indicar os seguintes episódios:

2ª Temporada – Episódio 36: O Maior Esperto.

O episódio apresenta as consequências de não possuir o diploma de ensino médio, e se este fato o torna mais inteligente ou não. Além dessa abordagem, o episódio questiona também o fato de pessoas muito “cultas” usarem um tipo de vocabulário que os “normais” não conseguem compreender.

3ª Temporada – Episódio 47: Bicicletas Descoladas (Cool Bikes)

Este episódio discute o conceito de “descolado”. Ser descolado é se basear nas coisas que acreditamos? Ou caminhar conforme o pensamento dos outros? De uma maneira muito divertida o episódio discute essa temática. Os personagens compreendem que ser descolado é possuir uma identidade, e que isso é possível a partir do momento que a opinião dos outros não é extremamente importante.

3ª Temporada – Episódio 49: Soltando o Rap (Rap It Up)

Esse episódio discute o papel do rap como estilo musical, e questiona a falta de poesia dentro deste gênero musical. O episódio apresenta uma disputa entre os adeptos da poesia e os possuidores do rap. Enfim, é um ótimo episódio para assistir, tendo como “moral da história” a importância de falar dos sentimentos dentro da música, independente do estilo musical.

Então, caso esteja de bobeira passeando pela internet, ou de repente, sinta vontade de assistir um desenho diferente, a dica de hoje é: assista Apenas um Show.

The post Você já assistiu Apenas Um Show? first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2014/04/voce-ja-assistiu-apenas-um-show/feed/ 1
Os Simpsons e a filosofia https://minutodosaber.com/2014/03/os-simpsons-e-a-filosofia/ https://minutodosaber.com/2014/03/os-simpsons-e-a-filosofia/#respond Mon, 31 Mar 2014 09:00:07 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=11101 2 minutos O desenho Os Simpsons fazem parte do que compreendemos como cultura pop. O nome não é apenas associado a diversão infantil, tornou-se uma marca ligada a diferentes seguimentos que são consumidos dia após dia. A observação destes fatos levou estudiosos da mídia a seguinte indagação: Quantos filósofos são necessários para se compreender Os Simpsons? Essa dúvida gerou uma reunião de filósofos contemporâneos e resultou em um manuscrito sobre a família amarelada mais conhecida do planeta. O livro “Os Simpsons e a filosofia” Continue lendo

The post Os Simpsons e a filosofia first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: 2 minutos

Os Simpsons e a filosofia

O desenho Os Simpsons fazem parte do que compreendemos como cultura pop. O nome não é apenas associado a diversão infantil, tornou-se uma marca ligada a diferentes seguimentos que são consumidos dia após dia. A observação destes fatos levou estudiosos da mídia a seguinte indagação: Quantos filósofos são necessários para se compreender Os Simpsons? Essa dúvida gerou uma reunião de filósofos contemporâneos e resultou em um manuscrito sobre a família amarelada mais conhecida do planeta.

O livro “Os Simpsons e a filosofia” aborda pensamentos de grandes filósofos como Platão, Confúcio e Kant e apresenta a aplicação de suas ideias na rotina dos personagens de Springfield. A leitura nos leva a uma noção mais palpável da necessidade da prática filosófica em nossa sociedade.

Filosófos e os Simpsons

Dentro de todo este contexto alguns questionam sobre a possibilidade de escrever ensaios filosóficos sobre a cultura popular. Ao refletir sobre essa questão a obra nos ensina que Sófocles e Shakespeare também eram cultura popular em sua época, e ninguém os questiona.

O livro é cheio de citações dos episódios que são confrontadas com reflexões filosóficas como, por exemplo, a de Homer Simpson ao dizer:

“Não sei viver uma vida simples como você. Eu quero tudo…” (Episódio: Lisa’s Rival)

Que é diretamente contrastado com o pensamento de Aristóteles: “Os homens, por mais que olhem, não veem o que é o bem-estar, o que é bom na vida”.

O livro é um ótimo exemplar para os que se dizem fãs dos Simpsons, e também, para os que se interessam por filosofia. Entre os capítulos do livro que mais chama atenção estão os seguintes:

  • Capítulo 2: Lisa e o anti-intelectualismo americano
  • Capítulo 3: A importância de Maggie: Sons do silêncio, leste e oeste
  • Capítulo 10: O mundo moral da família Simpson: Uma perspectiva Kantiana
  • Capítulo 18: O que Bart chama de pensamento

O livro tem um preço bastante acessível, é possível encontrar por uns 35 reais. A obra é uma coletânea dos autores: Willian Irwin, Mark T. Conard e Acon J. Skoble e, foi lançado em português pela editora Madras que também possui os títulos: “Super Heróis e a Filosofia” e “Avatar e a Psicologia”.

Espero que apreciem a sugestão de leitura e embarquem neste universo simpsoniano da filosofia.

The post Os Simpsons e a filosofia first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2014/03/os-simpsons-e-a-filosofia/feed/ 0
A realidade do ser – Reflexões sobre Death Note https://minutodosaber.com/2013/05/realidade-do-ser-reflexoes-sobre-death-note/ https://minutodosaber.com/2013/05/realidade-do-ser-reflexoes-sobre-death-note/#comments Tue, 21 May 2013 09:00:14 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=8441 menos de 1 minuto O ser humano leva um tempo para construir sua identidade. E alguns, durante toda a sua vida não terminam essa construção. Se encontrar não é uma tarefa fácil, é tão mais atraente se parecer com os outros, pois o “Eu” incomoda, é estranho, diferente. Pensando sobre essa complexidade em um dia de sol comum ouvi um papo, uma conversa entre dois garotos que diziam que Dragon Ball Z era o melhor anime de todos, e até tentei-me lembrar de alguns Continue lendo

The post A realidade do ser – Reflexões sobre Death Note first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: menos de 1 minuto

Death Note

O ser humano leva um tempo para construir sua identidade. E alguns, durante toda a sua vida não terminam essa construção. Se encontrar não é uma tarefa fácil, é tão mais atraente se parecer com os outros, pois o “Eu” incomoda, é estranho, diferente.

Pensando sobre essa complexidade em um dia de sol comum ouvi um papo, uma conversa entre dois garotos que diziam que Dragon Ball Z era o melhor anime de todos, e até tentei-me lembrar de alguns episódios, e percebi que a maioria deles são bem cômicos, entretanto existe uma diferença entre “melhor” e mais popular.

Nesse sentido, acrescento que Dragon Ball Z é um dos animes mais populares do Brasil, entretanto, a noção de melhor e pior altera-se conforme o tempo, mostra-se como um longo caminho a ser percorrido, mas o que isso tem a ver? Dentro da construção do saber de cada um torna-se interessante com o passar dos anos ter acessos a “coisas” que lhe fazem pensar, além de um mero entretenimento. E alguns animes que não fazem parte da programação que pode ser vista na TV aberta se apresentam com dinâmicas e realidades mais ricas do que a simples caçada pelas esferas do dragão.

Dentro da perspectiva de uma construção da identidade, gostaria de citar o anime Death Note (O Livro da Morte). Que recentemente se encaixou na minha lista de desenhos/animes que tenho que compartilhar com a humanidade (ou pelo menos aqueles que desejam ampliar sua análise crítica).

O anime apresenta diálogos ligados a questões filosóficas muito interessantes. Imaginem um jovem que tinha seu futuro traçado, boas notas no ensino médio, sabendo exatamente o que fazer na faculdade, ótimo filho. Por uma ironia dos “deuses”, ele encontra um livro, ao escrever o nome de uma pessoa nele, a pessoa morre.

Assistir esse anime despercebido, fará você pensar que o personagem principal muda totalmente, e transforma-se em algo inimaginável. Entretanto, numa análise mais ambiciosa, compreendemos que o ser humano não muda totalmente assim, que esse outro “eu”, fazia parte dele, só que algumas circunstâncias (a percepção e obtenção de poder) o fizeram libertar a parte monstro e guardar a parte médico. E dentro da compreensão do personagem, ele segue uma ética racional perfeita.

O anime é profundo ao trabalhar com questões como vida e morte, ética e moral, e a alteração de caráter. E leva você a vários questionamentos, inclusive o fato de que se um livro desses caísse por acaso em suas mãos, qual destino você daria a ele.

Enfim, é um bom anime para você ver, isso se realmente você estiver com seu senso crítico aguçado, não é um desenho para crianças, já que se for visto por elas, muitas das questões principais não serão percebidas. E questionar se dentro de sua identidade, esta que você vive agora, a quem você dá mais ouvido? Ao Médico? Ou ao Monstro?

The post A realidade do ser – Reflexões sobre Death Note first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2013/05/realidade-do-ser-reflexoes-sobre-death-note/feed/ 10
Patolino ensina como comprar um presente https://minutodosaber.com/2013/04/patolino-ensina-comprar-presente/ https://minutodosaber.com/2013/04/patolino-ensina-comprar-presente/#respond Mon, 01 Apr 2013 09:00:41 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=7968 menos de 1 minuto Dar um presente não é tarefa fácil, tem que saber o que a pessoa gosta, o que não gosta, o que a pessoa iria gostar de receber e mais um monte de coisas. Além disso, dependendo do presente, é necessário saber o tamanho de roupa que a pessoa usa, ou o número do calçado. Saber as cores que as pessoas gostam e tudo mais. Tem que ser um presente legal, e num preço razoável para você não dar um presente Continue lendo

The post Patolino ensina como comprar um presente first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: menos de 1 minuto

Patolino e Gaguinho

Dar um presente não é tarefa fácil, tem que saber o que a pessoa gosta, o que não gosta, o que a pessoa iria gostar de receber e mais um monte de coisas.

Além disso, dependendo do presente, é necessário saber o tamanho de roupa que a pessoa usa, ou o número do calçado. Saber as cores que as pessoas gostam e tudo mais.

Tem que ser um presente legal, e num preço razoável para você não dar um presente mixuruca e a pessoa ficar com raiva, nem caro o suficiente para levar você à falência.

E para te ajudar nessa tarefa difícil trago para você o Patolino, cantando “Barato”, que te ensina a dar um presente.

Não se esqueça, na dúvida dê uma maleta de dinheiro. Lembrando que meu aniversário é em Julho, então dá tempo de você juntar o dinheiro. Ah, e não precisa da maleta, basta o dinheiro, aceito transferência bancária e também divido nos cartões em até 12 vezes.

E se você é o aniversariante e não gosta de ganhar presentes ruins tenho uma dica. Faça como eu, diga o que você quer ganhar, na lata mesmo, pode dizer com todas as palavras. E se você for um pouco mais tímido basta levar a pessoa que vai-te dar o presente em uma loja e dizer que gostou de tal coisa, mas sem mencionar que queria de presente, diga apenas que queria muito e não tem dinheiro para comprar. Se essa pessoa for gente boa, e o presente não for muito caro, é certo que ele vai-te dar aquilo. E se não der não custa tentar.

The post Patolino ensina como comprar um presente first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2013/04/patolino-ensina-comprar-presente/feed/ 0
Sessão Nostalgia: Teletubbies https://minutodosaber.com/2013/03/sessao-nostalgia-teletubbies/ https://minutodosaber.com/2013/03/sessao-nostalgia-teletubbies/#comments Sun, 24 Mar 2013 09:00:47 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=7924 menos de 1 minuto Teletubbies é um programa televisivo educativo produzido pela BBC voltado para bebês e crianças pré-escolares, produzido de 1997 a 2002 por Ragdoll Productions. Foi criado por Anne Wood e Andrew Davenport. A série conta a história de quatro alienígenas, bebês multicoloridos de espécies mitológicas conhecidas como os “Teletubbies”, que tem uma tela de televisão na barriga. É a história dos famosos Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po (você cantou essa parte como na abertura que eu sei). Eles vivem na Continue lendo

The post Sessão Nostalgia: Teletubbies first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: menos de 1 minuto

Teletubbies

Teletubbies é um programa televisivo educativo produzido pela BBC voltado para bebês e crianças pré-escolares, produzido de 1997 a 2002 por Ragdoll Productions. Foi criado por Anne Wood e Andrew Davenport.

A série conta a história de quatro alienígenas, bebês multicoloridos de espécies mitológicas conhecidas como os “Teletubbies”, que tem uma tela de televisão na barriga. É a história dos famosos Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po (você cantou essa parte como na abertura que eu sei).

Eles vivem na Teletubbilândia, em sua residência chamada Tubbytronic Superdome, onde convivem com Noo-noo, o aspirador azul com tendência para sugar as posses dos Teletubbies fazendo com que eles o chamem de “Noo-noo levado” enquanto o Noo-noo corre deles. Além de um alto-falante que se ergue do chão, e interage com os Teletubbies.

O colorido psicodélico é uma das características marcantes, projetado pelos criadores para apelar para as capacidades na concentração infantil ou desbloquear diferentes seções da mente enquanto educavam crianças mais jovens e bebês.

Os episódios seguem o mesmo esquema, as interações entre os Teletubbies e o alto-falante, os acidentes causados por Noo-noo, a imagem das crianças brincando e criando algo que é exibido na tela da barriga de um dos personagens e, principalmente, o “evento mágico”, que ocorre uma vez por episódio. O evento é sempre diferente e muitas vezes causado inexplicavelmente. O episódio é encerrado pelo narrador e um alto-falante, depois chega a hora de dar tchau, eles pulam para a Tubbytronic Superdome, enquanto o Sol (com rosto de bebê) se põe.

Esse foi um dos meus desenhos favoritos por longos anos, e perde apenas para Bananas de Pijamas, mesmo o desenho sendo destinado a crianças com idades entre um e quatro anos.

A quem diga que os Teletubbies são homossexuais, e não apenas porque usam calça colorida como o Restart, mas porque segundo eles existem indícios. Um desses indícios seria que de Tinky Winky era gay, tudo por que ele possui uma bolsa vermelha (uma “bolsa mágica”, na série) e um triângulo invertido na cabeça (▼), todos símbolos do orgulho gay. Ainda foi escolhido no Reino Unido como um dos símbolos do movimento gay do final da década de 90.

É como a própria BBC disse: “Tinky Winky é um simples e doce bebê tecnológico com uma bolsa mágica. Trata-se de um espetáculo para crianças”. As pessoas querem retirar muitas conclusões de coisas em que não há, da simples inocência da infância. E mesmo que Tinky Winky fosse gay, não seria um preconceito desejar que ele não existisse?

The post Sessão Nostalgia: Teletubbies first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2013/03/sessao-nostalgia-teletubbies/feed/ 6
Eu me pareço mais com o Tom ou com o Jerry? https://minutodosaber.com/2013/03/me-pareco-mais-com-tom-ou-jerry/ https://minutodosaber.com/2013/03/me-pareco-mais-com-tom-ou-jerry/#respond Mon, 11 Mar 2013 09:00:30 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=7782 menos de 1 minuto “Quando eu era pequeno eu queria ser como o Jerry… Agora eu cresci, e entendo perfeitamente o lado do Tom”. As pessoas desde cedo se acostumam a viver em relacionamentos afetivos, inicialmente temos a construção da relação familiar, e a partir deste momento viveremos cercados de conexões sociais, pois independentemente de nossa vontade, para sobrevivermos necessitamos do contato com pessoas. Apesar da compreensão de que é importante se relacionar com alguém, esse tipo de prática possui dois extremos: o amor Continue lendo

The post Eu me pareço mais com o Tom ou com o Jerry? first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: menos de 1 minuto

Tom e Jerry

“Quando eu era pequeno eu queria ser como o Jerry… Agora eu cresci, e entendo perfeitamente o lado do Tom”.

As pessoas desde cedo se acostumam a viver em relacionamentos afetivos, inicialmente temos a construção da relação familiar, e a partir deste momento viveremos cercados de conexões sociais, pois independentemente de nossa vontade, para sobrevivermos necessitamos do contato com pessoas. Apesar da compreensão de que é importante se relacionar com alguém, esse tipo de prática possui dois extremos: o amor e o ódio.

As pessoas se perguntam por que é tão difícil se relacionar? Ou algumas vezes afirmam: Nossa relação parece até Gato e Rato.

Esse tipo de pensamento me faz lembrar dois personagens muito famosos que andaram perambulando pela minha infância, e que ainda podemos esbarrar com eles por aí. E estes dois, tinham uma relação politicamente incorreta, a rotina deles estava baseada em conflitos. Diante disso eu fico pensando, e me questiono da seguinte forma: Quem era o culpado pelas brigas? O Tom ou o Jerry?

Então podemos tentar compreender e consequentemente responder da seguinte forma: Ah… O Tom fica quietinho ali, deitado, dormindo e aí aparece um rato “astuto” e o incomoda, provocando toda aquela confusão. Ou de repente, você toma uma posição diferenciada: Ah… É claro que a culpa é do Tom, ele é maior, mais forte, e ameaça e aterroriza o psicológico do pobre Jerry.

A análise do desenho em questão é apenas um meio para se pensar sobre a sua atual condição, e entender o seu papel. Você que no momento lê atentamente as palavras aqui escritas é o “personagem” que perturba? Ou o que é perturbado?

Quer dizer… Existe realmente essa culpa excessiva em apenas um deles, ou, melhor dizendo, você é sempre o mocinho da história? Você nunca foi o vilão?

É óbvio que você já teve um dia de Tom e um dia de Jerry, mas eu acredito que o principal problema seria admitir que você como ser humano é “diverso” e único ao mesmo tempo.

Admitir essa diversidade que existe dentro de você não é para todos, você precisa ter uma qualidade exclusivamente heroica chamada: Humildade.

Essa característica se apresenta apenas quando você experimenta se compreender como pessoa.

Toda essa argumentação proposta acima serve apenas para entender a seguinte questão:

“Se relacionar é provocar e ser provocado ao mesmo tempo”.

The post Eu me pareço mais com o Tom ou com o Jerry? first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2013/03/me-pareco-mais-com-tom-ou-jerry/feed/ 0
Sessão Nostalgia: As Trigêmeas https://minutodosaber.com/2013/02/sessao-nostalgia-as-trigemeas/ https://minutodosaber.com/2013/02/sessao-nostalgia-as-trigemeas/#comments Mon, 04 Feb 2013 09:00:30 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=7437 menos de 1 minuto As Trigêmeas conta as aventuras de três irmãs gêmeas (óbvio) chamadas Anna, Teresa e Helena, que quando se comportavam mal, eram punidas pela Bruxa Onilda que as mandava para dentro de histórias infantis, e contos de fadas. A série de desenho infantil que costumamos ver na TV foi baseada na série de livros da escritora catalã Roser Capdevila, escritora que tinha filhas trigêmeas, e baseou-se nelas para criar a história. A história foi criada em 1983, quando as filhas da Continue lendo

The post Sessão Nostalgia: As Trigêmeas first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: menos de 1 minuto

As Trigêmeas

As Trigêmeas conta as aventuras de três irmãs gêmeas (óbvio) chamadas Anna, Teresa e Helena, que quando se comportavam mal, eram punidas pela Bruxa Onilda que as mandava para dentro de histórias infantis, e contos de fadas.

A série de desenho infantil que costumamos ver na TV foi baseada na série de livros da escritora catalã Roser Capdevila, escritora que tinha filhas trigêmeas, e baseou-se nelas para criar a história.

A história foi criada em 1983, quando as filhas da autora tinham 14 anos. As histórias dos livros foram bem-sucedidas, e imediatamente começaram a ser publicadas em muitos países. No começo eram apenas as garotas, mas em 1985 foi adicionada uma nova personagem, a tia das trigêmeas “Bruxa Onilda”, que passou a mandar as três para dentro de clássicos da literatura infantil, ou acontecimentos históricos envolvendo Marco Pólo, Cristóvão Colombo, Cleópatra, entre outros.

Os livros fizeram tanto sucesso, que em 1994, a Cromosoma e Televisió de Catalunya criou uma série de desenhos animados baseada nos livros das trigêmeas. A série foi muito bem-sucedida e rentável, o que conduziu à produção de uma segunda série chamada A Bruxa Onilda, produzida juntamente com a France 3, Canal J e Storimages, em que a personagem principal passava a ser a Bruxa, que contava suas aventuras de vida.

Em 2004, a série “As Trigêmeas” completou 104 episódios, enquanto “A Bruxa Onilda” 52. Os episódios foram traduzidos para 35 idiomas diferentes, e têm sido apresentados em 158 países. No Brasil a série estreou pelo Canal Futura em 1998, e em 1999 passou também pela Rede Globo. Na TV paga passou pelos canais Cartoon Network e Boomerang.

É fato que muitos de nós nos divertimos com as aventuras de Anna, Teresa, Helena, Bruxa Onilda, Coruja e até com os Ratos. Sem contar que aprendemos muito sobre a história do mundo, de uma forma divertida.

E pra quem quiser relembrar os bons tempos, a série ainda é exibida no Canal Futura, de segunda a sábado às 9h30, e no domingo às 11h.

Com informações da Wikipédia.

The post Sessão Nostalgia: As Trigêmeas first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2013/02/sessao-nostalgia-as-trigemeas/feed/ 3
Os desenhos animados e o mito da democracia racial https://minutodosaber.com/2012/09/os-desenhos-animados-e-o-mito-da-democracia-racial/ https://minutodosaber.com/2012/09/os-desenhos-animados-e-o-mito-da-democracia-racial/#comments Fri, 21 Sep 2012 00:27:14 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=6162 3 minutos Existem certos tipos de assuntos que permeiam diferentes esferas sociais, frequentam tanto a universidade quanto o bar do seu João. Isso porque todas as pessoas se sentem aptas a discutir (como se isso fosse simplesmente dar sua opinião) sobre alguns assuntos. O assunto em questão é a democracia racial, já que o Brasil é um país igual para todos né? (…) Todos temos as mesmas condições, e todos podemos atuar em qualquer tipo de espaço, palavras com uma certa pitada de filosofia Continue lendo

The post Os desenhos animados e o mito da democracia racial first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: 3 minutos

Desenho Como Irmãos

Existem certos tipos de assuntos que permeiam diferentes esferas sociais, frequentam tanto a universidade quanto o bar do seu João. Isso porque todas as pessoas se sentem aptas a discutir (como se isso fosse simplesmente dar sua opinião) sobre alguns assuntos.

O assunto em questão é a democracia racial, já que o Brasil é um país igual para todos né? (…) Todos temos as mesmas condições, e todos podemos atuar em qualquer tipo de espaço, palavras com uma certa pitada de filosofia e amparada pela utopia. Para clarear sua mente e abrir os seus olhos (se ainda estiverem fechados) vou apresentar essa tal democracia com base em um dos meus objetos de estudo preferidos: Os desenhos animados.

Gostaria de apresentar argumentos sobre a presença (que parece mais ausência) do negro em nossos desenhos animados preferidos, ou aqueles que nossas crianças (o futuro do Brasil) assistem cotidianamente. Quando se pergunta: Você conhece algum herói negro? Geralmente eu escuto duas respostas:

– Sim, tem o Lanterna Verde (John Stuart) ou – Sim, tem o Super Shock (Virgil Hawkins). Se a pergunta for: Você conhece alguma heroína negra? A resposta demora um pouco, e sai meio engasgada: Sim, tem aquela do X-Men (Tempestade – Ororo Munroe). Mas existe ainda essa lembrança devido ao papel que eles ocupam, são personagens que fazem parte da trama principal, ou protagonistas, e não estou dizendo que não existem outros, pois conheço vários heróis negros do universo dos HQs, entretanto esses são os mais famosos, ou os que as pessoas já viram em algum lugar.

Mas a crítica principal está relacionada aos desenhos que as crianças assistem todos os dias, será que tem “cota” para o negro entrar no desenho animado? Gostaria que você tentasse lembrar os desenhos que você mais gosta, ou que assistia quando era pequeno, e nessa “brincadeira” tente lembrar se tinha algum negro por ali, e se tinha, qual era o papel do negro no desenho?

Talvez seja difícil lembrar? E eu entendo (…) Mas não se preocupe, você não está sozinho, a Disney também andou meio esquecida durante décadas, lançou a primeira princesa negra em 2009 (A Princesa e o Sapo).

E para os fãs das clássicas histórias da Turma da Mônica existia um personagem que de vez em quando dava um pulinho na história, meio assim sem compromisso, e dificilmente apresentava momentos de protagonismo (O personagem Jeremias).

Mas apesar desse mascaramento histórico existe uma luz no fim do túnel, alguns desenhos colocam o negro como parte importante da história, a Turma do Bairro (Codename: Kids Next Door), apresenta cinco personagens principais, e dentre eles está uma negra (Abigail Oliveira Lincoln – Número 5), bem estilizada e parte atuante da trama.

utro desenho recente na televisão é o “Como Irmãos” (Canal Disney XD) que apresenta dois protagonistas, e um deles é negro (Pahe) e aparentemente os dois tem a mesma amplitude no desenho animado.

Não estou tentando apresentar um tipo de discurso racista, ou a luta por direitos civis dentro dos desenhos, estou-me atendo apenas aos fatos, ligue a TV e assista. O que me incomoda é ter que procurar um negro dentro do desenho animado, “nossa realidade é tão diferente”, e o desenho é sim objeto de estudo das relações sociais.

Nossa sociedade é multicultural e prega a democracia racial numa escala universal, entretanto, no desenho o negro (90% das vezes) é apresentado de uma maneira subalterna, aquele que não é muito importante, se colocando sempre no papel de figurante; será que não tem alguma coisa errada? O desenho reflete a mesma relação que ocorre em nossa sociedade, o negro tem as mesmas condições, já que a sociedade prega a igualdade (você acredita mesmo nisso?).

A próxima vez que você assistir a um desenho animado dá uma olhadinha, a ideia principal desse instrumento de formação infantil é mostrar para as crianças qual o verdadeiro lugar que o negro deve ocupar, ou simplesmente nem mostrar o negro.

“E é exatamente por isso que eu vejo a presença tão forte da democracia racial nos desenhos animados”. Espero que você também perceba.

The post Os desenhos animados e o mito da democracia racial first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2012/09/os-desenhos-animados-e-o-mito-da-democracia-racial/feed/ 8
Sessão Nostalgia: Jay Jay, o Jatinho https://minutodosaber.com/2012/09/sessao-nostalgia-jay-jay-o-jatinho/ https://minutodosaber.com/2012/09/sessao-nostalgia-jay-jay-o-jatinho/#comments Mon, 03 Sep 2012 17:00:38 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=5962 1 minuto Jay Jay, o Jatinho é um desenho animado criado por David Michel e produzido pela KidQuest, Inc., que conta a história de Jay Jay, um jatinho azul que, junto com os demais personagens, participam de várias aventuras. O desenho conta a excitante história de um ousado e curioso jatinho de seis anos, Jay Jay, e seus aviões amigos. Ele vive e brinca no aeroporto de Tarrytown, um lugar onde a imaginação vai além das nuvens (literalmente). O desenho é educativo, pois cada Continue lendo

The post Sessão Nostalgia: Jay Jay, o Jatinho first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: 1 minuto

Jay Jay, o Jatinho

Jay Jay, o Jatinho é um desenho animado criado por David Michel e produzido pela KidQuest, Inc., que conta a história de Jay Jay, um jatinho azul que, junto com os demais personagens, participam de várias aventuras.

O desenho conta a excitante história de um ousado e curioso jatinho de seis anos, Jay Jay, e seus aviões amigos. Ele vive e brinca no aeroporto de Tarrytown, um lugar onde a imaginação vai além das nuvens (literalmente).

O desenho é educativo, pois cada episódio inclui valiosas lições sobre a vida para crianças. Eles ensinam importantes lições sobre cooperação, trabalho em equipe, responsabilidade, e ciência e natureza.

Sou suspeito para falar, pois era um desenho que eu adorava bastante quando era mais novo. Adorava chegar da escola e ir para a frente da TV assistir “Jay Jay, o Jatinho” e me divertir com suas aventuras.

É um desenho que pouca gente conhece, pois ele passava na TV Brasil (Antiga TVE) no horário do almoço. Mais mesmo assim o desenho não perde sua majestade.

Fonte: Wikipédia

The post Sessão Nostalgia: Jay Jay, o Jatinho first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2012/09/sessao-nostalgia-jay-jay-o-jatinho/feed/ 1
Por que eu não sou como a Mandy? https://minutodosaber.com/2012/08/por-que-eu-nao-sou-como-a-mandy/ https://minutodosaber.com/2012/08/por-que-eu-nao-sou-como-a-mandy/#comments Sun, 12 Aug 2012 17:00:11 +0000 http://www.ominutodosaber.com/?p=5676 2 minutos Existe em algumas pessoas uma prática diária (alguns chamam de rotina), algo que você não quer alterar, faz parte de você, então, qual o sentido de mudar? Uma dessas práticas que respeito em meu ritual diário é chegar à noite de um dia exaustivo daquele cenário quase escravista denominado trabalho, ligar a TV, e assistir a um bom desenho. Algumas pessoas dizem que crescer é deixar de lado algumas coisas de infância, então partindo deste raciocínio, não deveríamos mais assistir desenhos. Mas Continue lendo

The post Por que eu não sou como a Mandy? first appeared on Minuto do Saber.]]>
Tempo de leitura: 2 minutos

Mandy

Existe em algumas pessoas uma prática diária (alguns chamam de rotina), algo que você não quer alterar, faz parte de você, então, qual o sentido de mudar? Uma dessas práticas que respeito em meu ritual diário é chegar à noite de um dia exaustivo daquele cenário quase escravista denominado trabalho, ligar a TV, e assistir a um bom desenho.

Algumas pessoas dizem que crescer é deixar de lado algumas coisas de infância, então partindo deste raciocínio, não deveríamos mais assistir desenhos. Mas é aí que você se engana meu caro amigo ou amiga, sua percepção mudou, e depois que você cresce alguns desenhos começam a fazer sentido.

Pra começar, muitos desenhos ditos infantis nem são pra crianças, que tal assistir mais um episódio de Simpsons? Algo começou a fazer sentido? Mas nesse artigo em questão gostaria de ressaltar a presença ilustre da Mandy (As terríveis aventuras de Billy e Mandy), conhecem?

Eis um personagem que ganhou minha admiração e respeito, motivos? São vários, ela se enquadra no espaço politicamente incorreto aos olhos normais, é daquele tipo que fala o que pensa sem pestanejar (um dia eu chego nesse nível). Suas palavras corrosivas e diretas escondem-se atrás de um vestidinho rosa, exalando uma falsa ideia de inofensiva. Entre seus momentos de sabedoria estão as seguintes frases:

  • Não existem sonhos estúpidos, só pessoas estúpidas que nunca realizam eles.
  • A felicidade é o caminho mais curto para a estupidez.
  • Não basta apenas ter sucesso, outros têm que fracassar.
  • Controle da mente não funciona em gente que pensa.
  • Geralmente sou a favor do abuso e exploração dos tolos.

E o que se torna mais interessante nessa breve análise é o fato de ser uma Mulher, a presença de toda essa carga de opinião e maneira de executá-la apresenta a seguinte lógica: A mulher pode e tem o direito de dizer tais palavras, pois seu vocabulário está propício a cada momento em que solta uma ou outra gota de veneno (só eu que percebi isso?). Não tem nada de subliminar, é totalmente aparente, e pra completar seu “parceiro” apresenta o contraponto da questão, um Homem idiota (Billy).

Então, se você fica muito irritado e não consegue soltar suas palavras que se prendem entre seus lábios, se você pensa em possíveis insultos, mas ainda não conseguiu executá-los, se você de certa maneira sente um desejo oculto de ser politicamente incorreto, tenho apenas uma dica: Assista desenhos animados, observe a prática cotidiana da Mandy em doses moderadas, exageros não são permitidos, para se dizer tais palavras no momento correto é necessário uma certa vivência. Depois de certo tempo você estará apto a utilizar esse mecanismo cascavélico naturalmente. Boa sorte, pois eu ainda não consegui ser como a Mandy.

The post Por que eu não sou como a Mandy? first appeared on Minuto do Saber.]]>
https://minutodosaber.com/2012/08/por-que-eu-nao-sou-como-a-mandy/feed/ 3